Cuidados paliativos oncológicos domiciliares como uma nova prática em saúde influenciando no desenvolvimento local

Regina Aparecida Pereira Mazzi, Heitor Romero Marques

Resumo


O desenvolvimento deve ser entendido como um processo contínuo de melhoria da qualidade de vida, garantindo prosperidade pelo conhecimento e empoderamento da tecnologia e dos saberes, envolvendo o ser humano como o principal beneficiário dessa mudança. Verifica-se que a Atenção Domiciliar (AD) compõe um braço assistencial imprescindível à abordagem dos cuidados paliativos, de forma a permitir o acesso a uma assistência integral ao ser humano.


Palavras-chave


Desenvolvimento Local, Territorialidade, Cuidados Paliativos Domiciliares.

Texto completo:

PDF

Referências


BRASIL. Instituto Nacional de Câncer. Dados populacionais de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: Ministério da Saúde, 2007.

Ministério da Saúde. Portaria n. 19, de 3 de janeiro de 2002. Institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde, o Programa Nacional de Assistência à Dor e Cuidados Paliativos. Disponível em: <http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2002>. Acesso em: 20 set. 2017.

CARVALHO C. S. U. A família e o paciente oncológico. Cadernos do IPUB, Rio de Janeiro, n. 16, p. 147-58, 1999.

FEUERWERKER, L. C. M.; MERHY, E. E. A contribuição da atenção domiciliar para a configuração de redes substitutivas de saúde: desinstitucionalização e transformação da prática. Revista Panamericana de Salud Publica, v. 24, n. 3, p. 180-8, 2008.

HOSPITAL DE CÂNCER DE CAMPO GRANDE - ALFREDO ABRÃO (HCAA). Manual do serviço de atenção domiciliar do Serviço de Atenção Domiciliar (SAD). Campo Grande, MS, n. 1, 2014.

MALTA, D. C.; MERHY, E. E. A micropolítica do processo de trabalho em saúde-revendo alguns conceitos. Revista Mineira de Enfermagem, Belo Horizonte, v. 7, n. 1, p. 61-6, jan./jul. 2003.

MARTINELLI, D. P.; JOYAL, A, Desenvolvimento local e o papel das pequenas e médias empresas. Barueri, SP: Manole, 2004.

MARTINS, S. R. O. Desenvolvimento local: questões conceituais e metodológicas. Interações, Campo Grande, MS, v. 3, n. 5, set. 2016.

MATTOS, R. A. A integralidade na prática (ou sobre a prática da integralidade). Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 20, n. 5, p. 1411-6, set./out. 2004.

MENDES, E. V. As redes de atenção à saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde/Comitê Nacional de Secretários da Saúde, 2011.

MERHY, E. E.; CECÍLIO, L. C. O. A integralidade do cuidado como eixo da gestão hospitalar. Campinas, SP: Unicamp, 2003 (mimeo.).

PESSINI, L. Distanásia. Até quando prolongar a vida? São Paulo: Loyola, 2001.

RAFFESTIN, C. Por uma geografia do poder. São Paulo: Ática, 1993.

SILVA, R. C. F.; HORTALE, V. A. Cuidados paliativos oncológicos: elementos para o debate de diretrizes nesta área. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 22, n. 10, p. 2055-66, out. 2006.

STJERNSWARD, J.; FOLEY K. M.; FERRIS F. D. Estratégia de saúde pública para cuidados paliativos. Journal of Pain and Symptom Management, v. 33, n. 5, p. 486-93, 2007.




DOI: http://dx.doi.org/10.20435/inter.v19i4.1734

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


 
Indexada em:
 
 

ISSN 1984-042X (versão online)